10 sugestões de vinhos para os dias mais frios

10 sugestões de vinhos para os dias mais frios

O frio chegou para ficar e convida a ambientes mais aconchegantes.Com o som da madeira a estalar na lareira ou uma bossa nova como pano de fundo, estes são os vinhos que seleccionamos, não para beber em quantidade mas com qualidade, e relaxar neste Inverno.

As nossas sugestões:

10.Colinas Reserva 2009 – 13.30€

vinho 10Colinas é um grande vinho da bairrada. Muito embora não usa as castas típicas da região, o “salgado” marca a sua identidade e pronúncia de onde vem.

Muito elegante no aroma com notas de bagas silvestres, chocolate preto e ligeiro apimentado. Boca marcada por taninos bem definidos e acidez que lhe confere frescura, apresenta um final longo e firme.

Pairing perfeito: foie gras.

 

 

 

 

 

9.Doda 2011 – 33.50€

vinho 9O segredo da Niepoort: o Doda 2011.

Junta lotes de duas regiões que lhe deram o nome: Douro e Dão.

Nasce do conceito de Rolf Niepoort, segundo o qual “o vinho Português ideal será aquele que consiga aliar a elegância, frescura e longevidade dos vinhos do Dão à estrutura e potência dos vinhos do Douro. Que consiga conciliar a fruta dos solos de xisto do Douro com os aromas de caruma e mineralidade dos solos graníticos do Dão.”

 

 

 

 

 

8.Monte Cascas Reserva Tinto – 9.75€

vinho 8Cascas porque a marca é original de cascais e o seu logo remete-nos para a praia e as suas conchinhas.

O Enólogo Hélder Cunha dedica-se a viajar por Portugal e escolher as uvas a dedo para os seus charmosos vinhos. Percorreram montanhas e vales à procura das melhores uvas de cada região.

Encontraram-nas, aliaram-se aos seus produtores, aprenderam com eles e acrescentaram-lhes o seu know-how, tecnologia e design de uma empresa moderna.

Aroma a fruta preta, esteva, cereais e mocha.
Na boca é encorpado, complexo com notas a fruta preta e esteva. Estrutura firme,elegante e com um final de boca fresco e persistente.

 

 

 

7.Julian Reynolds Grande Reserva 2007 – 25.25€

vinho 7De todos os vinhos que estamos a apresentar este é, sem dúvida, o mais preparado para respirar este ar frio.

Este vinho que se dá pelo nome do proprietário da Reynolds, é estruturado, fresco, com taninos redondos e elegantes num conjunto de longa e agradável persistência.

É um vinho singular e delicado, sendo a melhor companhia para grelhar um contrastante chouriço na lareira.

 

 

 

 

6.Quinta do Portal Grande Reserva tinto 2011 – 24.90€

vinho 6Eleito o MELHOR VINHO DO ANO do concurso vinhos de Portugal 2016.

A Quinta do Portal foi a primeira casa do Douro a rotular um vinho como Grande Reserva, com o memorável 1996.No início a escolha desse termo foi polémica, (o usual no Douro era então Grande Escolha ou Reserva Especial), mas hoje é a que classifica os melhores vinhos.

Feito apenas em anos de excelência, este é o vinho é constituído pelo “blend” típico do Douro: Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca.

Pode abri-lo agora, ou ficar a desejá-lo por mais uns aninhos.

 

 

 

 

5.Dom Bella Pinot Noir 2012 – 53.50€

vinho 5“Proudly made in Portugal”, este é para muitos o melhor Pinot Noir de Portugal.

A IDEALDRINKS nasce em 2010 por iniciativa de Carlos Dias, reputado empresário de relógios na Suíça, reconhecido pela sua carreira internacional de sucesso. Apaixonado pelo seu país, grande apreciador de vinhos, decidiu investir em Portugal numa altura em que a economia nacional necessita de apoio externo.

Este Pinot é de cor ruby clara típica da casta. Aromas de cerejas e ameixas pretas. Na boca apresenta nuances de tosta discreta bem integrada e que lhe confere elegância. A sua persistência e delicadeza permitem compreender a sua função gastronómica.

 “Pairing” perfeito: Manta, queijos de sabor intenso ou um pata negra.

 

 

 

 

 

4.Talentvs 2012 – 23.75€

vinho 4“ Talento é algo que se recebe para expandir”

O Talentvs presta homenagem a João Leite Moreira que teve o talento e mestria para manter e desenvolver a Quinta Seara D’Ordens.

É um vinho intenso, maduro, específico do “Terroir” do Douro, com as três míticas castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca. Com notas florais, especiarias e volume de taninos. Final de boca muito persistente.
“Pairing” perfeito: De carapins calçados, acompanhar com um bom Queijo da Serra.

 

 

 

 

 

3.Robustus 2009 – 68.00€

vinho 3O Robustus presta homenagem ao primeiro vinho de Dirk Niepoort, o Robustus 1990, que nunca chegou a ser comercializado. Desde 2004 que o Robustus tem sido vinificado de acordo com os métodos usados na produção de vinhos tradicionais.

O longo estágio em tonel de madeira imprime maturidade, complexidade, amacia os taninos e confere ao vinho uma precisão e um equilíbrio únicos, sem perder todo o vigor e a frescura aromática. Actualmente, o Robustus provém das  vinhas mais velhas, viradas a norte, onde a acidez e a estrutura tânica são elevadas. O Robustus é um hino ao património do Douro, pois numa região extremamente quente, a diversidade de terroirs e a sabedoria intrínseca da vinha velha oferecem-nos vinhos frescos e de longa guarda.

Robustez e elegância numa só garrafa.

 

 

 

 

2.Quinta das Carvalhas tinto – 37.50€

vinho 2Feito numa das Quintas mais deslumbrantes do Douro, e a mais antiga da Real Companhia Velha, (textos remetem para 1759), este Carvalhas lançado em 2012, serve de homenagem as magníficas vinhas velhas que o viram nascer.

A sua vindima é de cariz verdadeiramente cirúrgico. Envolve os próprios directores de enologia e viticultura que lideram um pequeno grupo de experientes trabalhadores para colher à mão apenas as uvas que se encontram nos desejados níveis de maturação. Pense nisso quando estiver a olhar para a lareira.
Estagia em barricas de Carvalho Francês por um período de 18 meses, expressando ao máximo a personalidade das Vinhas.
De impressionante exuberância aromática onde se salientam notas de frutos vermelhos e fruta preta aliados a nuances herbácias e especiadas. Representa lindamente a diversidade presente no Douro.

 

1.Quinta da Romaneira Reserva 2011 – 38.00€

vinhos 1Quando numa prova abrimos o Quinta da Romaneira 2008 e o Chryseia 2011 antes deste último ser premiado, não sabíamos o que nos esperava. Estávamos na companhia de 4 brasileiros que entendem tanto de vinhos portugueses arrisco em dizer que metem num bolso muitos portugueses. O vencedor, unânime, foi o Romaneira Reserva 2008. Gostávamos de ter visto a cara dos brasileiros quando saiu o top da wine spectator.

Este Romaneira Reserva 2011 está igualmente encantador, além de ser do ilustre ano 2011, tem corpo, é delicado, mistura-se a fruta preta com as especiarias.

“Pairing” perfeito: Almofada, manta e lareira.

 

Mais um grande vinho da Quinta do Portal…

In Diário Económico de 26/05/2015

 

“…

Um vinho inspirado nas invasões francesas

A Quinta da Portal, no Douro, acaba de lançar o “Black Pur 2012”, um vinho diferente, inspirado nas invasões francesas.

Conta-se que o célebre general Louis-Henri Loison provou um dia um certo vinho do Douro. Deliciado com o néctar chamou-lhe “Black Pur” e afirmou só temer aquele vinho. Consta que o general, que em Portugal se tornou famoso pela sua crueldade, ficou de tal forma agradado com a prova que baixou a guarda, acabando por ser derrotado pelas tropas portuguesas. Facto ou mito, foi a este episódio que o enólogo Paulo Coutinho foi buscar inspiração para baptizar o mais recente vinho lançado pela Quinta do Portal. Até porque o “Black Pur 2012”, uma edição limitada de 999 garrafas concebida a pensar nos coleccionadores, tem por base duas castas francesas, Malbec (67%) e Cabernet Sauvignon (33%), o que o torna um produto diferente daquilo que o Douro e a Quinta do Portal costumam fazer.

Este vinho é resultado de uma vindima manual, em que as uvas que foram maceradas em pequenos lagares seguindo-se um estágio de cinco meses em cascos de carvalho usados, e o engarrafamento foi feito em Dezembro de 2014. O “Black Pur 2012” é uma boa proposta para acompanhar carnes vermelhas ou peixes gordos e tanto pode ser servido em copo de vinho branco, para se poder sentir toda a sua exuberância aromática, como num copo mais aberto, para se perceber a sua complexidade.

…”